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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Meio Ambiente - Lata de Aluminio
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade – Abralatas e a Associação Brasileira do Alumínio - ABAL informam que o país reciclou 91,5% do total de latas de alumínio para bebidas comercializadas no mercado interno, em 2008. Segundo os dados das duas entidades, foram recicladas no ano passado 165,8 mil toneladas de sucata de latas, o que corresponde a 12,3 bilhões de unidades - 33,6 milhões por dia, 1,4 milhão por hora. Esse resultado mantém o Brasil na liderança mundial, pelo oitavo ano consecutivo. Mesmo com um índice ligeiramente inferior, o volume coletado em 2008 foi 3,2% maior que o registrado em 2007, enquanto as vendas de latas de alumínio para bebidas cresceram 8,2% no mesmo período. “O resultado da reciclagem de latas de alumínio no ano de 2008 comprovou, mais uma vez, que a sustentabilidade de toda a cadeia, desde a coleta até o processamento pela indústria, está definitivamente consolidada no Brasil. Uma inequívoca demonstração do esforço promovido nessa atividade que tantos benefícios traz ao país, ao meio ambiente, à economia e à sociedade em geral, mesmo consideradas as dificuldades enfrentadas no último trimestre do ano, decorrentes da crise econômica mundial“, reforça Hênio De Nicola, coordenador da Comissão de Reciclagem da ABAL.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PROECO, Feira de Tecnologias Ambientais e Produção Limpa
Em decorrência natural do O2 surge a PROECO, Feira de Tecnologias Ambientais e Produção Limpa impulsionada por uma demanda de mercado para estimular, expor e divulgar a produção de bens de consumo e uso, social e ecologicamente responsáveis. Uma abordagem de negócios responsável no que diz respeito ao meio ambiente, faz bem ao meio ambiente, mas também pode ajudar a reduzir custos e contribuir para a disseminação de uma imagem positiva de uma organização.Dentre suas premissas estará a preocupação de apontar a relevância da produção limpa e da reciclagem para a sustentabilidade econômica, social e ambiental dos empreendimentos no estado do Ceará e na região nordeste num cenário de economia globalizada. Propiciará ainda oportunidades para trocas de experiências, contatos com novas tecnologias, recursos e interação entre compradores e fornecedores de serviços e bens de consumo comprometidos com o desenvolvimento sustentável.
Os dirigentes do IHAB entendem que Fortaleza é a cidade ideal para receber um evento desta monta que ocorrerá nos anos ímpares conjuntamente com o O2.
A PROECO é uma feira de negócios que busca parceiros que queiram associar sua imagem a um projeto de responsabilidade socioambiental. Uma abordagem de negócios responsável no que diz respeito ao meio ambiente faz bem a natureza, reduz custos e contribui para a disseminação de uma imagem positiva das organizações e maximização de resultados financeiros.
OBJETIVO
A ProEco objetiva a apresentação de produtos e serviços de diversas empresas de limpeza pública, indústrias de máquinas e equipamentos para ecologia e meio ambiente, recicladoras de plástico, madeira, papel, papelão, metais ferrosos e não-ferrosos, empresas de soluções em tecnologias limpas, indústrias especializadas de resíduos sólidos, líquidos e efluentes gasosos, organizações certificadoras em normas ambientais, empresas com tecnologia para tratamento de resíduos hospitalares e saneamento básico, instituições financeiras, universidades, entidades e organizações que tenham propostas de soluções relacionadas ao tema.
FORMATO GERAL
Período: 4 dias (10 a 13/11/09)
Duração: 6h/dia Horário: 14 às 20h
Nº de estandes: 105
Visitação Franqueada
Visitação Franqueada
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Carta do Greenpeace a Lula chega ao topo do Twitter no Brasil
A campanha do Greenpeace que cobra que as autoridades brasileiras levem uma série de metas de preservação ambiental à 15ª Convenção do Clima, em Copenhague (Dinamarca), em dezembro, atingiu nesta segunda-feira, 19out2009, o topo dos Trending Topics (assuntos mais comentados) do conteúdo em português do Twitter referente ao presidente Lula.A notícia é do portal do jornal O Estado de S. Paulo, 19-10-2009.
A organização está recolhendo desde janeiro assinaturas para uma petição que exige do governo três metas climáticas. Segundo o coordenador da campanha, João Talocchi, o Greenpeace conseguiu até agora mais de 70 mil assinaturas, cerca de metade pelo site do órgão. As demais foram coletadas em mobilizações de rua e durante a expedição de um navio do Greenpeace pela costa brasileira.
O abaixo-assinado propõe um conjunto de metas que, segundo a organização, o Brasil deveria adotar, como zerar o desmatamento da Amazônia até 2015.
Talocchi diz que o número bom, mas que as autoridades brasileiras ainda não deram um parecer sobre o documento. Mas ele afirma que o governo está se reunindo de novo para ampliar os compromissos já assumidos. "Se isso é reflexo ou não da campanha, não podemos dizer, mas evidencia as ações de movimentos da sociedade".
Até o final da tarde, o Ministério do Meio Ambiente não havia se manifestado sobre o assunto.
Leia a íntegra do documento:
Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
Venho, por meio desta, exigir que o governo brasileiro assuma a liderança nas negociações da 15ª Conferência das Partes da ONU, em Copenhague, na Dinamarca e se comprometa a:
- Zerar o desmatamento da Amazônia at 2015 e apoiar a criação de fundo financeiro internacional para apoiar este objetivo (mecanismo Florestas pelo Clima);
- Garantir que pelo menos 25% da eletricidade sejam gerados a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas at 2020, e apoiar a transferência de tecnologia entre os países;
- Transformar pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas at 2020;
Senhor presidente, independente do histórico do Brasil como emissor de gases estufa, o país deve assumir sua responsabilidade.
Podemos continuar nos desenvolvendo e gerar emprego e renda sem contribuir para o aquecimento global, o maior desafio já enfrentado pela humanidade.
Salvar o planeta agora ou agora!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Beds Are Burning
Kofi Annan Lança Petição Musical Mundial, Intitulada "Beds are Burning", para Exigir Justiça Climática Juntamente com Melanie Laurent e o CEO da Havas Worlwide, David Jones, & The:Hours
PARIS, October 1 /PRNewswire/ -- (01outubro de 2009)
Kofi A. Annan, Presidente do Fórum Humanitário Mundial, juntou-se hoje a Melanie Laurent (a estrela do filme "Sacanas Sem Lei" de Quentin Tarantino) e a David Jones (CEO Global, Havas Worldwide) para o lançamento de uma versão especialmente regravada da música "Beds are Burning" dos Midnight Oil, que funcionará como uma petição musical mundial para exigir justiça mundial na Cimeira sobre Alterações Climáticas em Copenhaga, em Dezembro.
A música "Beds Are Burning" foi produzida pelos The:Hours e foi também disponibilizada em todas as grandes plataformas de downloads de músicas de forma gratuita. Também estará disponível no nosso website: www.timeforclimatejustice.org.
A música foi apoiado por mais de 60 estrelas e celebridades internacionais, incluindo Duran Duran, Mark Ronson, Jamie Cullum, Melanie Laurent, Marion Cotillard, Milla Jovovich, Fergie, Lily Allen, Manu Katche, Bob Geldof, Youssou N'Dour, Yannick Noah e muitos mais.
Cada download será contabilizado como uma petição digital única, ao mesmo tempo que as pessoas adicionam o seu nome para exigir que os líderes mundiais cheguem a um acordo ambicioso, justo e global na Cimeira sobre Alterações Climáticas em Copenhaga. Mais de 1,3 milhões de pessoas já subscreveram a campanha.
A campanha 'Tck Tck Tck; Time for Climate Justice' foi criada pela Havas Worldwide e lançada no início deste ano no 56 Festival Internacional de Publicidade de Cannes.
PARIS, October 1 /PRNewswire/ -- (01outubro de 2009)
Kofi A. Annan, Presidente do Fórum Humanitário Mundial, juntou-se hoje a Melanie Laurent (a estrela do filme "Sacanas Sem Lei" de Quentin Tarantino) e a David Jones (CEO Global, Havas Worldwide) para o lançamento de uma versão especialmente regravada da música "Beds are Burning" dos Midnight Oil, que funcionará como uma petição musical mundial para exigir justiça mundial na Cimeira sobre Alterações Climáticas em Copenhaga, em Dezembro.
A música "Beds Are Burning" foi produzida pelos The:Hours e foi também disponibilizada em todas as grandes plataformas de downloads de músicas de forma gratuita. Também estará disponível no nosso website: www.timeforclimatejustice.org.
A música foi apoiado por mais de 60 estrelas e celebridades internacionais, incluindo Duran Duran, Mark Ronson, Jamie Cullum, Melanie Laurent, Marion Cotillard, Milla Jovovich, Fergie, Lily Allen, Manu Katche, Bob Geldof, Youssou N'Dour, Yannick Noah e muitos mais.
Cada download será contabilizado como uma petição digital única, ao mesmo tempo que as pessoas adicionam o seu nome para exigir que os líderes mundiais cheguem a um acordo ambicioso, justo e global na Cimeira sobre Alterações Climáticas em Copenhaga. Mais de 1,3 milhões de pessoas já subscreveram a campanha.
A campanha 'Tck Tck Tck; Time for Climate Justice' foi criada pela Havas Worldwide e lançada no início deste ano no 56 Festival Internacional de Publicidade de Cannes.
Download da Música em MP3 (clique no título da mesma): Beds Are Burning
Veja o clipe da música abaixo:
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Convenção de Mudanças Climáticas - COP 15

Precisamos agir no combate ao aquecimento global!
Estamos instalando à partir de hoje, 16out2009, o contador no topo do lado esquerdo de nosso blog, ele que é um lembrete de que chega o dia de os líderes mundiais tomarem atitudes certas para controlar o aquecimento global. É a mensagem do movimento Tictactictac, aliança entre ONGs, sindicatos, grupos religiosos e pessoas como você que lutam por um mundo justo e sustentável.
A COP-15, 15ª Conferência das Partes, realizada pela UNFCCC – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, de 7 a 18 de dezembro deste ano, em Copenhague (Dinamarca), vem sendo esperada com enorme expectativa por diversos governos, ONGs, empresas e pessoas interessadas em saber como o mundo vai resolver a ameaça do aquecimento global à sobrevivência da civilização humana.
Não é exagero. De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de MudançasClimáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.
Para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufana atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, já estamos em 387ppm e esse número cresce 2ppm por ano.
Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.
No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver:
- a floresta amazônica transformada em savana;
- rios com menor vazão e sem peixes;
- uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo;
- o derretimento irreversível de geleiras;
- o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras;
- a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e
- o aumento de doenças tropicais como dengue e malária.
Não é exagero. De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de MudançasClimáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.
Para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufana atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, já estamos em 387ppm e esse número cresce 2ppm por ano.
Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.
No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver:
- a floresta amazônica transformada em savana;
- rios com menor vazão e sem peixes;
- uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo;
- o derretimento irreversível de geleiras;
- o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras;
- a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e
- o aumento de doenças tropicais como dengue e malária.
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